Xuxa do jeitinho que ela lutou para ser: feliz!

ESTILO RAPAZINHO

“Há quem queira me ver de cabelo comprido e com roupa de mulher, pois acham que estou vestida de homem. Esse estilo boyish (look inspirado em roupas masculinas) veio pela necessidade de usar tênis por causa do meu pé. Tive uma inflamação no osso sesamoide, que quebrou e necrosou. Usei bota ortopédica por nove meses e ela tirou a necrose, mas ainda tenho o pé quebrado. Então, não posso abusar do salto alto ou voltarei a sentir dor

LOOK MULHERÃO

O programa é uma extensão da minha casa. Então, não justifica receber as pessoas de sainha e salto alto, que era uma exigência da minha outra casa. Na Globo, achavam que eu usava roupas muito pesadas e fechadas. A alta cúpula me pediu para mostrar as pernas e usar salto alto. Agora, nada mais justo do que eu usar o que quero. Sinto muito por quem não gosta. Mas as pessoas podem matar a saudade em fotos, como essa da VIVA! ”

BOM HUMOR

As pessoas se assustam com meus posts na internet porque não estão acostumadas com o meu humor, mas quem me conhece sabe que sou assim. Para cada 40 minutos de programa gravado que iam ao ar, eu gravava três horas. Nesse tempo extra, que era jogado fora, eu estava assim. Mas diziam que não era legal. Aí, na internet, me soltei. Quando leio que não gostaram de um filtro que usei, vou lá e uso outro pior. Antes de tirarem sarro de mim, já tiro sarro deles

JUNNO E ELA

Quando tinha 17 anos, tive o meu primeiro relacionamento, que foi com o maior ídolo desse país. Depois, vivi uma relação com outro grande ídolo brasileiro. Após isso, fiquei mais fechada. Então, tive a minha filha e, sinceramente, não imaginei que poderia mais me apaixonar. Então, com 50 anos, conheci o Junno, alguém com a mesma idade que eu, família e que gosta de se relacionar legal. Ele me deu essa segurança e a possibilidade de me sentir mais à vontade e segura

A MADRINHA HEBE

Primeiro, me ofereceram um programa diário. Depois, um semanal às quartas. Aí, me disseram que seria melhor na segunda-feira. Então, parei para pensar que era o dia da Hebe. Ou seja, tem um dedinho dela nessa mudança. Sinto como se ela estivesse me dando as boas-vindas. Uma vez, falei para a Hebe que gostaria de ser como ela quando crescesse. Ela me disse: ‘Você já é e não sabe’

EQUIPE NOTA 10!

Nunca tive uma equipe tão afinada, querendo tanto que tudo dê certo. Em nome deles, da Record, principalmente do Marcelo Silva (vicepresidente artístico da emissora), eu gostaria que tudo desse muito certo. Estou ansiosa, muito feliz, e, acima de tudo, não quero decepcionar quem acreditou em mim. Hoje é muito difícil fazer televisão. Mas fazer TV, não só com a minha experiência, mas com a minha vontade, é o grande diferencial

RELIGIÃO, NÃO

A única coisa que não posso fazer na Record é falar sobre religião. Me pediram isso, pois se eu falar de evangélicos, vão dizer que é por causa da história da Record. Se eu falar sobre católico vão dizer que é porque é católico. Mas todo o resto eu posso e isso é simplesmente incrível. Já tive muitos senões na vida. Então, imagine chegar à minha idade, ter um novo recomeço e ouvir que aqui posso fazer tudo que eu  quiser. Estou me sentindo uma criança aos 52 anos

A MÃE REDE GLOBO

Quando digo que tenho a liberdade de fazer na Record o que não podia fazer na Globo, parece que estou falando mal da Globo, mas quero deixar claro: a Globo foi uma mãe para mim. Ela me podou em algumas coisas, mas me deu muitas outras coisas. Não estou falando mal, mas dizendo a verdade: de uns seis anos para cá, eu não podia fazer muitas coisas lá. No entanto, falar mais sobre isso dará um peso ao assunto que não existe

A VACINA DA ESTRELA

Não fiz mapeamento genético porque o Parkinson (doença que acometeu a mãe da apresentadora) vem de algo emocional. Meu pai a abandonou e ela teve queda de cabelo em seguida. Ela teve outra relação que não foi muito boa e logo parou de andar. O fato de fazer tudo de que eu gosto, de me soltar como eu quero, já é uma vacina diária mesmo contra algo que fosse genético

COLUNISTA DA VIVA! MAIS

Normalmente, estou com o Junno no Skype e aviso que vou escrever a minha coluna para a VIVA!. Me sugeriram escrever coisas que já vivi, pois é uma curiosidade das pessoas. Sobre tema, o único pedido que tive foi agora, a Mônica (Muniz, assessora da loira) me sugeriu falar sobre o programa. Então, resolvi escrever sobre a minha equipe” .

FONTE: VIVA MAIS

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